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uma fábrica
artesanal

A Musa é uma cerveja para pessoas que pensam “está-me
mesmo a apetecer beber uma cerveja”, feita por pessoas
que pensam “está-me mesmo a apetecer fazer uma cerveja”.

é aqui que a cerveja independente nasce

It is a long established fact that a reader will be distracted by the readable content of a page when looking at its layout. The point of using Lorem Ipsum is that it has a more-or-less normal distribution of letters, as opposed to using 'Content here, content here', making it look like readable English. Many desktop publishing packages and web page editors now use Lorem Ipsum as their default model text, and a search for 'lorem ipsum' will uncover many web sites still in their infancy. Various versions have evolved over the years, sometimes by accident, sometimes on purpose.

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gostavas de FAZER
UMa TOUR À FÁBRICA?

És um adepto incondicional de cerveja artesanal, adoras beber umas na Fábrica da Musa
e és vidrado no que acontece para lá do portão. Então bora conhecer conhecer a casa
por dentro e beber umas directas do fermentador.  

Porquê
Artesanal?

O nome 'artesanal' não ajuda muito a autoexplicar-se uma vez que remete para uma produção caseira, de natureza empírica, de muito pequena escala e reduzida capacidade de controlo de qualidade. À falta de uma boa tradução para a expressão 'craft beer'a Musa sempre se assumiu como uma cervejeira independente.

melhores
cereais

A Musa é uma cerveja para pessoas que pensam “está-me mesmo a apetecer beber uma cerveja”, feita por pessoas que pensam “está-me mesmo a apetecer fazer uma cerveja” A Musa é uma cerveja para pessoas que pensam “está-me mesmo a apetecer beber uma cerveja”, feita por pessoas que pensam “está-me mesmo a apetecer fazer uma cerveja”.


Não
pasteurizada

A Musa é uma cerveja para pessoas que pensam “está-me mesmo a apetecer beber uma cerveja”, feita por pessoas que pensam “está-me mesmo a apetecer fazer uma cerveja” A Musa é uma cerveja para pessoas que pensam “está-me mesmo a apetecer beber uma cerveja”, feita por pessoas que pensam “está-me mesmo a apetecer fazer uma cerveja”.


mucho
mucho amor

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Não
pasteurizada

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melhores
cereais

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Não
pasteurizada

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melhores
cereais

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Não
pasteurizada

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Não
pasteurizada

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um espetáculo de variedades

O que verdadeiramente distingue a cerveja artesanal da industrial é a quantidade infinita de receitas (IPAs, APAs, Porters, Stouts, Saison, Sours, com sal, com fruta, com pasteis de nata ou bolinhos de bacalhau). Abaixo a ditatura da pilsner. Na cerveja artesanal é ao gosto do freguês.


qualidade & frescura

Quando falamos em cerveja artesanal, falamos também num movimento de reinvenção e sofisticação da cerveja, onde as matérias primas são mais nobres, os processos de fabrico são mais exigentes. Concretizando, a cerveja artesanal utiliza maltes nobres, lúpulos frescos e variados, processos de produção inovadores.


não filtrada. não pasteurizada.

Os processos de estabilização e clarificação como a pasteurização e a filtração são rejeitados pelos produtores artesanais por prejudicarem fortemente o sabor da cerveja. The revolution will not be pasteurised.


atitude

Ser artesanal é também uma questão de atitude. Atitude de irreverência, exigência e muito experimentalismo. En garde!


o nosso processo

moagem

A Musa é uma cerveja para pessoas que pensam “está-me mesmo a apetecer beber uma cerveja”, feita por pessoas que pensam “está-me mesmo a apetecer fazer uma cerveja” A Musa é uma cerveja para pessoas que pensam.

o nosso processo

moagem

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o nosso processo

moagem

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moagem

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moagem

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o nosso processo

moagem

A Musa é uma cerveja para pessoas que pensam “está-me mesmo a apetecer beber uma cerveja”, feita por pessoas que pensam “está-me mesmo a apetecer fazer uma cerveja” A Musa é uma cerveja para pessoas que pensam.

o nosso
processo

moagem

No início do processo produtivo, os maltes e cereais não maltados são moídos antes de serem misturados com água na qual ficarão em infusão. O objectivo desta moagem é o de aumentar a superfície de contacto da água com os tecidos internos das sementes, onde amidos e outros açúcares complexos são armazenados.


o nosso
processo

brassa-gem

Consiste no processo que permite a obtenção de açúcares com fermentescibilidade a partir da cozedura de malte de cereais (tipicamente cevada, trigo, centeio, aveia, entre outros) a temperaturas que potenciem a actividade de enzimas com capacidade amilolítica. Este passo dura normalmente 30 a 60min.


o nosso
processo

filtra-ção

Separação física do mosto açucarado (filtração) dos cereais e suas cascas – subprodutos que são posteriormente usados na agricultura e alimentação animal.


o nosso
processo

fervura

O mosto obtido através da filtração tem de ser fervido. Desta forma garante-se esterilidade do líquido, promove-se a coagulação de proteínas de grandes dimensões sem interesse físico-químico para a qualidade do produto final e possibilita-se a extracção de iso-alfa-ácidos e compostos aromáticos presentes nas flores de lúpulo, adicionadas nesta fase produtiva.


o nosso
processo

fermentação

Após a ebulição, o mosto é rapidamente arrefecido a temperaturas óptimas para a fermentação por leveduras do género Saccharomyces (por nós seleccionadas) onde posteriormente se procede à maturação da cerveja. Esta fase produtiva pode durar em média entre uma e duas semanas, consoante a temperatura a que mantemos a fermentação a decorrer, a estirpe e vitalidade da levedura utilizada, a composição do mosto e o estilo de cerveja pretendido. É durante a fase de fermentação activa que os açúcares obtidos durante a brassagem são metabolizados, levando à formação de álcool, CO2 e compostos com interesse organoléptico.


o nosso
processo

maturação

Uma vez terminada a fermentação, a cerveja passa por um processo de maturação e de repouso. No caso de Lagers, esta maturação é feita a temperaturas próximas dos zero graus durante pelo menos 3 semanas, normalmente em tanques horizontais. Já as Ales têm por norma um período de maturação mais curto, podendo ser ainda aromatizadas “a frio” com adições de lúpulo directamente no tanque de fermentação/maturação.


as nossas musas cervejeiras

A cozinha da fábrica musa tem finalmente um chefe (nunca chef, pff, o pedro não gosta cá dessa nomenclatura). Chama-se pedro monteiro que rima com mineiro cervejeiro e cozinheiro. E é um mestre a combinar palatos sejam eles cebola roxa com papaia ou colocar tomate numa cerveja e transformá-la na sour mais sumarenta que já alguma vez provaste. O pedro não tem tento na língua nem pejo nas mãos. Encharca-nos a boca de sabor e faz nos querer lamber os dados para não perder pitada

as nossas musas cervejeiras

A cozinha da fábrica musa tem finalmente um chefe (nunca chef, pff, o pedro não gosta cá dessa nomenclatura). Chama-se pedro monteiro que rima com mineiro cervejeiro e cozinheiro. E é um mestre a combinar palatos sejam eles cebola roxa com papaia ou colocar tomate numa cerveja e transformá-la na sour mais sumarenta que já alguma vez provaste. O pedro não tem tento na língua nem pejo nas mãos. Encharca-nos a boca de sabor e faz nos querer lamber os dados para não perder pitada

as nossas musas cervejeiras

A cozinha da fábrica musa tem finalmente um chefe (nunca chef, pff, o pedro não gosta cá dessa nomenclatura). Chama-se pedro monteiro que rima com mineiro cervejeiro e cozinheiro. E é um mestre a combinar palatos sejam eles cebola roxa com papaia ou colocar tomate numa cerveja e transformá-la na sour mais sumarenta que já alguma vez provaste. O pedro não tem tento na língua nem pejo nas mãos. Encharca-nos a boca de sabor e faz nos querer lamber os dados para não perder pitada

as musas cervejeiras

NICK
ROSICH

Nascido em South Chicago aka Chiraq, o Nick tem trinta e nove anos, quase dois metros de altura e mais de quinze anos à volta de fermentadores. Em Portugal passa tão despercebido como um lenhador num escritório de advogados. Mas é na verdade um gentil gigante de sorriso fácil e caloroso. Filho de avós irlandeses, alemães, ucranianos e escandinavos e fã da auto-suficiência, tem por hobbies a caça (de javalis com lanças, por exemplo) a pesca, e a produção caseira de cidra, rum e chouriço. Já ganhou mais de uma dúzia de World Beer Cups e uma série de medalhas pelo Great American Beer Fest, mas na verdade não gosta nada destas competições, como não gosta nada de cerveja má, mau tempo e gente mal educada. Apaixonou-se por pão de deus e pela mentalidade “live and let live” e está a adorar viver na Graça de Lisboa.

Banda:
Lúpulo:
Cerveja:

as musas cervejeiras

Pedro
lima

Fruto do amor, Pedro Lima nasce em Lisboa em mil nove e oitenta e cinco. Hoje, embora pai de dois filhos, continua com uma florida fúria de viver e um aspecto viçoso. Para trás ficaram os tempos dos microscópios e das batas brancas, o rapaz licenciado em biologia celular e mestre em biologia, agora prefere passar o tempo com cerveja na mão e sacas de malte no dorso. Diz que gosta de ler muito e até costuma escrever umas coisas com graça, outras que roçam a arrogância, mas no fundo é bom rapaz. O Pedro Lima gosta muito de pensar em receitas e adora fazer mosto. Não se importa nada de encher garrafas, mas odeia encher barris. E acima de tudo gosta de cerveja que sabe a cerveja. Para beber muito, sempre. Nas horas livres, que são muitas, escreve palavras numa frase no seu porcabadalhoca, perfil de instagram para dizer absolutamente nada, e deu voz ao cachorro que há em si através de uma figura de loiça emblemática. Quando partir, partiu.

Banda: Diapasão
Lúpulo:Citra
Cerveja: Frank APA

as musas cervejeiras

rui
traquete

Alto-beirão de coração, Rui Traquete faz tudo bem, é todo o bem. Rui é o pai do Manel e às vezes um bocadinho pai de todos nós. Sempre viciado no processo, na qualidade e consistência das cervejas que faz, o Rui dá-nos uma tareia de organização e disciplina. Deve-o ter aprendido algures entre as várias academias onde foi passando. É que o rapaz tem um vício danado para acumular canudos (Licenciatura e mestrado em bioquímica, Especialização em Biotecnologia Farmacêutica, mais um em Bioengenharia, depois um Doutoramento em Bioquímica Médica). A cerveja surgiu assim mesmo, enquanto coleccionava canudos começou a ver o fígado por um canudo. Primeiro em Aberdeen, depois Boston, e mais recentemente em Lisboa. Também neste ramo foi acumulando diplomas, primeiro um workshop com o Fernando Gonçalves e Gonçalo Santana, mais tarde um curso de fermentação e controlo de qualidade na White Labs e ainda um outro que aconteceu no VLB em Berlin e promete mais para quando o Manel lhe der tréguas. A sua vida na Musa aconteceu porque se cruzou com o Pedro Lima a comprar uma guitarra. E o resto, como se diz, é história.

Banda: Rancid
Lúpulo: Amarillo
Cerveja: Psycho Pilsner

a fábrica
em números

A Musa é uma cerveja para pessoas que pensam “está-me
mesmo a apetecer beber uma cerveja”, feita por pessoas
que pensam “está-me mesmo a apetecer fazer uma cerveja”.

50

Nº receitas
Produzidas

11,7

cerveja com maior
abv de sempre

10

Nº Fermentadores

6

Nº pessoas
na equipa de
produção

250

Toneladas
malte utilizadas

1,3M

Nº Caricas
  utilizadas  

186

Nº Cervejas Produzidas

28º

Cerveja mais alcoólica
alguma vez feita

26

Nº Fermentadores

36

Nº de pessoas que
trabalham na produção

1862

Toneladas
malte utilizadas

1569

Nº Caricas